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Reserva de Emergência

Economizar não é um hábito nem uma tarefa fácil para os brasileiros. De acordo com a CNI, apenas 32% dos brasileiros economizou dinheiro durante o ano de 2020. E a situação não é diferente quando observamos a reserva de emergência, embora os números comecem a mudar.

O que é reserva de emergência?

A reserva de emergência é um valor equivalente a determinado número de meses do seu custo de vida guardado em uma aplicação segura, conservadora e de fácil retirada para momentos de necessidade ou imprevistos diversos. Possuir uma reserva de emergência é o primeiro passo na sua trajetória de investimentos.

A importância da reserva de emergência em um planejamento financeiro

A reserva de emergência é importante no planejamento financeiro, pois é o ponto de partida para se tornar um investidor de sucesso no longo prazo. Em outras palavras, é fundamental que ao organizar as próprias finanças, se estabeleça uma reserva de emergência antes de iniciar em outros tipos de investimentos.

Isso se faz importante uma vez que, com a reserva bem construída, você não precisa mexer nos seus investimentos em caso de necessidade, prejudicando a busca pela rentabilidade, especialmente no longo prazo.

Quando a reserva de emergência será necessária?

A reserva de emergência é um valor que todas as pessoas economicamente ativas, independentemente do nível de renda e idade, devem ter. O que vai mudar é o tamanho desta reserva.

O objetivo de construir a reserva de emergência é criar uma espécie de seguro pessoal para estar coberto em caso de situações e necessidades imprevistas que vão demandar recursos financeiros que estejam imediatamente disponíveis, tais como:

  • Períodos de desemprego;
  • Gastos com saúde não cobertos pelos planos de saúde;
  • Atendimentos veterinários de urgência para seu pet;
  • Manutenção ou reparos inadiáveis na casa e no carro;
  • Mudança de cidade, estado ou país;
  • Viagens não planejadas e/ou por necessidade (motivos familiares, por exemplo);
  • Estouro do cartão de crédito por descontrole financeiro;
  • Despesas com burocracias, documentos ou autorizações imprevistas;
  • Evitar pegar empréstimos com altas taxas de juros e criar dívidas.

Quanto guardar na reserva de emergência?

Inicialmente, entenda que esse não é um recurso financeiro que você precisa levantar da noite para o dia. Você pode construi-la juntando aos poucos, mês a mês e com um regime de economia bem definido.

O primeiro passo é organizar as suas finanças, quitar as dívidas e ter pleno controle do seu planejamento financeiro pessoal. Uma vez que você sabe o quanto ganha e quanto gasta, fica mais fácil saber como economizar para montar a reserva de emergência.

Cálculo da reserva de emergência

Para realizar o cálculo do tamanho da sua economia ideal, basta considerar o total das suas despesas essenciais fixas e multiplicar por um número X de meses de acordo com as suas características.

Os especialistas recomendam que essa economia seja composta por valores correspondentes a entre 6 e 18 meses do seu custo de vida atual, considerando as despesas básicas.

Onde investir a reserva de emergência?

Inicialmente, é importante que o dinheiro dessa economia esteja aplicado em um local diferente do dinheiro da sua conta corrente, aquela que você usa para pagar as contas e despesas do dia a dia. Além disso, esse é um tipo de investimento que não visa os ganhos extraordinários.

Essa é uma economia deve priorizar a liquidez e não a rentabilidade como critério de onde investir.

Logo, não é recomendável investir a reserva de emergência em ativos como Fundos Imobiliários, ações, Fundos Multimercados, investimentos no exterior e similares.

Portanto, o investidor não deve se preocupar com a rentabilidade da aplicação, tendo em vista que esse não é o objetivo principal. Assim sendo, os investimentos conservadores e com liquidez diária são os mais indicados para guardar a sua economia. Conheça algumas opções a seguir.

Melhores investimentos para a reserva de emergência

Dado que o dinheiro da economia deve estar aplicado em um investimento de liquidez diária, há no mercado algumas alternativas para que você invista de forma segura e que tenha seu dinheiro sempre à disposição, tais como:

1. Tesouro Selic

Título público emitido pelo governo que remunera os investidores de acordo com a taxa Selic do momento. Possui liquidez diária e, em valores acima de R$10 mil, estão isentos de taxa de custódia cobrada pela B3.

2. Fundos de Renda Fixa conservadores

São Fundos de Investimentos que investem em ativos que seguem a taxa DI – ou “taxa do CDI” – ou outros ativos de Renda Fixa com liquidez D+0 ou D+1, ou seja, em que o prazo de resgate é no mesmo dia ou no dia seguinte.

3. CDBs de liquidez diária

Títulos de Renda Fixa emitidos por bancos que também seguem a taxa do CDI como referência. É possível encontrar títulos com liquidez diária e rendimento próximo ou acima dos 100% do CDI.

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João Santos

João Santos

Produtor de conteúdo especialista em finanças e investimentos, com uma bagagem de 10 anos atuando em PMEs.

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